Não quero raciocinio, não quero a sabedoria, sem sentir meu coração bater. Quero sentir o calor, o sangue correndo em minhas veias, sentir o vento dançando com meus cabelos, tocando em minha pele. Não quero medir meus atos por temer as consequencias, quero fazer por impulso, e o que vier do coração. Recuso ficar sentada esperando o destino, vou é correr atras, colher sentimentos. Conhecer novos mundos, navegar em outros planetas, ver o mundo atraves da minha janela, sentir, aproveitar o que a vida tem para me oferecer. Preciso ter minhas opiniões sem saber se são recíprocas. Quero saber de tudo, mesmo não sabendo de nada, quero contrariar a lei da gravidade, quero voar, quero encarar o mundo da minha maneira. Eu não posso, não consigo ver meus pés no chão, sei que posso mais que isso, e cada vez mais, ir mais alto, flutuando, sem limites. Sem tomar atidudes com receio do que venha a contecer, adóro surpresas, e falando sério, a gente vive delas. Nada sai como esperado, e é assim que eu gosto, que saia ainda melhor, mesmo não estando em meus limites, eu os ultrapasso para conseguir o que almejo. Eu recuso a lógica, a certeza, o equilibrio, recuso saber do que não se sabe, quero não saber o que se sabe. recuso poder enchergar o que vem lá na frente, recuso medir os meus atos. Amo, vivo! Meu coração pulsa, sangue quente correm em minhas veias. O sentimento se dilata dentro de mim, e se explodem em atitudes. Boas, ou as vezes, nem tanto. Mas quem se importa? Passar a vida despercebida, temendo o que não conhece, não é uma boa alternativa.sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Eu recuso a lógica, a certeza e o equilíbrio
Não quero raciocinio, não quero a sabedoria, sem sentir meu coração bater. Quero sentir o calor, o sangue correndo em minhas veias, sentir o vento dançando com meus cabelos, tocando em minha pele. Não quero medir meus atos por temer as consequencias, quero fazer por impulso, e o que vier do coração. Recuso ficar sentada esperando o destino, vou é correr atras, colher sentimentos. Conhecer novos mundos, navegar em outros planetas, ver o mundo atraves da minha janela, sentir, aproveitar o que a vida tem para me oferecer. Preciso ter minhas opiniões sem saber se são recíprocas. Quero saber de tudo, mesmo não sabendo de nada, quero contrariar a lei da gravidade, quero voar, quero encarar o mundo da minha maneira. Eu não posso, não consigo ver meus pés no chão, sei que posso mais que isso, e cada vez mais, ir mais alto, flutuando, sem limites. Sem tomar atidudes com receio do que venha a contecer, adóro surpresas, e falando sério, a gente vive delas. Nada sai como esperado, e é assim que eu gosto, que saia ainda melhor, mesmo não estando em meus limites, eu os ultrapasso para conseguir o que almejo. Eu recuso a lógica, a certeza, o equilibrio, recuso saber do que não se sabe, quero não saber o que se sabe. recuso poder enchergar o que vem lá na frente, recuso medir os meus atos. Amo, vivo! Meu coração pulsa, sangue quente correm em minhas veias. O sentimento se dilata dentro de mim, e se explodem em atitudes. Boas, ou as vezes, nem tanto. Mas quem se importa? Passar a vida despercebida, temendo o que não conhece, não é uma boa alternativa.
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