A vida é feita de decisões, que sempre serão julgadas, muitas vezes por pessoas que nem sempre são relacionadas a elas. Há decisões que vão mudar sua vida inteira, e outras que não significarão tanto assim. Mas e quando suas decisões, também mexem com os sentimentos de outra pessoa?
Coragem talvez seja o ponto principal onde as decisões estão expostas, e são feitas concretamente. Sem coragem nada é possível, tomar uma decisão e cumpri-la é o mais difícil. Talvez você saiba que assim seja melhor, mas abrir mão de tantas coisas o impede de seguir em frente. Hoje, é assim que eu me sinto, sem coragem alguma, pra tomar uma decisão que seja melhor, pra mim talvez, pra outro alguém, já não sei. Mas só de pensar em jogar tudo pro alto, em desperdiçar tantas coisas, sinto um calafrio, e não posso me imaginar sem isso, o que me faz feliz, o que me faz viver, o que me faz seguir em frente, o que faz minha vida ter sentido hoje.Mas será que vale a pena ter momentos incríveis, e depois ficar com aquela angustia que dura mais que esses tal momentos, tão especiais, tão sobrenaturais? Vale a pena sentir meu coração disparar por uns minutos, e depois sentir ele doendo tanto, por tanto tempo? É angustiante, é doloroso. Quando tem um grande significado, passa a ser ainda mais difícíl somar certas decisões, que eu sei que me farão sofrer, e tanto, que chego a ser egoísta demais, comigo mesma. Sabendo que irei sofrer, sou egoísta demais para não tomar essa decisão, e do mesmo jeito, continuar com essa angustia que se atreve a permanecer em mim. Sou egoísta de não abrir mão desses momentos que me proporcionam tanta felicidade, porque sei que irei sofrer. E agora, quem decide o que é melhor para mim? Se nem eu mesma sei distinguir o que me fará bem, o que me fará mal, o que é melhor para minha vida, o que é melhor para nós. Isso só depende de mim, e quem decidirá isso, sou eu, como, eu já não sei. Se minha decisão estará certa ou errada, depois de tomada, e depois de realizada, é que iremos saber. É a vida. Se estamos nela, vamos viver.
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