Abro o portão e logo vejo aquele sorriso lindo em sua boca, e o olhar mais lindo do mundo, sinto aquele abraço apertado, e o gosto daquele beijinho que só você tem. Ganho o meu dia, com um sorriso, um olhar, um abraço, e um beijo. Isso é tão bom, é bom, é ótimo, e quando vejo, estou com um sorriso estampado no rosto, lembrando daquele momento, daquele sorriso, daquele olhar, daquele abraço, daquele beijo. Por muitas circunstancias, e por muitos motivos, meio a um sentimento tão bonito, tão sincero, aparece o medo, o ciúme. Quem ama confia? Quem ama não sente ciúme? Ciúme é uma prova de amor? Ou é uma demonstração da sua insegurança? Ciúme é medo? Medo de perder? Não, sei, não sei de nada de disso, e as vezes, me pergunto, penso, repenso, e me pergunto denovo, pra saber se já achei a resposta, e quando penso que achei, lá vem outra pergunta, e lá vem outra hipótese reformulando aquela pergunta e consequentemente aquela resposta. Não sei, eu não sei de nada disso. Mas eu sei que tenho medo. Não me pergunte o porquê, mas tenho medo. Receio, de um dia vir a ter medo. Agora, eu não tenho medo, pois você me dá segurança, e não me permite sentir esse medo, mas sinto em mim uma pontinha de receio de que um dia eu venha a ter medo, medo de quê? sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
O medo de ter medo
Abro o portão e logo vejo aquele sorriso lindo em sua boca, e o olhar mais lindo do mundo, sinto aquele abraço apertado, e o gosto daquele beijinho que só você tem. Ganho o meu dia, com um sorriso, um olhar, um abraço, e um beijo. Isso é tão bom, é bom, é ótimo, e quando vejo, estou com um sorriso estampado no rosto, lembrando daquele momento, daquele sorriso, daquele olhar, daquele abraço, daquele beijo. Por muitas circunstancias, e por muitos motivos, meio a um sentimento tão bonito, tão sincero, aparece o medo, o ciúme. Quem ama confia? Quem ama não sente ciúme? Ciúme é uma prova de amor? Ou é uma demonstração da sua insegurança? Ciúme é medo? Medo de perder? Não, sei, não sei de nada de disso, e as vezes, me pergunto, penso, repenso, e me pergunto denovo, pra saber se já achei a resposta, e quando penso que achei, lá vem outra pergunta, e lá vem outra hipótese reformulando aquela pergunta e consequentemente aquela resposta. Não sei, eu não sei de nada disso. Mas eu sei que tenho medo. Não me pergunte o porquê, mas tenho medo. Receio, de um dia vir a ter medo. Agora, eu não tenho medo, pois você me dá segurança, e não me permite sentir esse medo, mas sinto em mim uma pontinha de receio de que um dia eu venha a ter medo, medo de quê?
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